Parkinson


Relato de Experiência Pessoal com Mal de Parkinson

Nunca vou esquecer o dia, há dois anos, em que ao me dirigir para um galpão do sítio onde moro, senti minha mão direita tremer. Não entendi o que estava se passando, pois levava uma vida saudável, não tomava medicamentos há mais de 15 anos, fazia relaxamento e mentalização, tinha uma alimentação muito sadia, não bebia destilados, nunca tinha fumado, e imediatamente suspeitei de estar com mal de Parkinson, certamente viável por ter, então, 73 anos.

Como o tremor se repetiu, e atingiu também a perna direita, procurei na Internet maiores informações e as coisas foram se confirmando.  Lembrei que tinha levado uns tombos meio injustificáveis alguns meses atrás.  Mas tinha ficado por isso mesmo, mas entendi que poderia ter sido o início do problema.

Nos dias seguintes identifiquei uma mudança na escrita, com a letra diminuindo de tamanho e minha assinatura ficando diferente.  Passei a sentir uma dor no lado direito das costas, na altura da cintura, e minha voz se tornou mais rouca, e sentia alguma dificuldade para engolir, tinha dificuldade para escovar os dentes e para comer com garfo. Ou seja, figurinha de livro, como se diz, do mal de Parkinson.  Tinha, também, dificuldade para lembrar coisas, e esses esquecimentos estavam se agravando.

E agora, o que fazer?

Li tudo que encontrei sobre o assunto e decidi que não iria tomar remédios, não só por ter uma visão critica sobre o assunto, como pelos riscos que enfrentaria de diminuir os sintomas e gerar outros problemas.

Nas pesquisas que fiz, descobri que uma frutinha, o Physalis, que plantamos no nosso sítio, era referida em estudos realizados em diversas partes do mundo como promissora para o tratamento do mal de Parkinson.

Pois bem, passei a tomar suco de Physalis e os tremores da mão direita diminuíram, os tremores da perna praticamente sumiram, minha voz se recuperou e as dores nas costas diminuíram. Verifiquei, entretanto, uma relação incrível, pois quando num dia não tomava o suco, os sintomas voltavam. Isso me indicou que o suco de Physalis era uma espécie de remédio para diminuir os sintomas e decidi que precisava fazer algo para diminuir o avanço da doença.

Ainda que eu tivesse uma alimentação sadia, era viciado em açúcar e li um trabalho de pesquisa que associava o mal de Parkinson como sendo uma espécie de diabete cerebral.  Li, também, que a degeneração do cérebro poderia ser suspensa com exercícios cerebrais.

Suspendi totalmente os doces, para dizer a verdade uma vez que outra tenho uma recaída, mas estou conseguindo aumentar o tempo sem que isso ocorra, e incrementei meus trabalhos intelectuais, criando produtos novos, escrevendo artigos, mantendo no ar sites diversos, e aproveitando tempos livres para jogar, no computador, uma espécie de paciência, que estimula a memória e exige estratégias para se vencer.

Havia me descuidado um pouco dos relaxamentos e mentalização, mas voltei a praticar isso, e sinto que realmente  é importante, pois quando me concentro, minha cabeça esquenta, como se estivesse com febre, o que significa que algo esta se passando no meu cérebro.

O fato é que me sinto muito melhor. Tem dias em que até esqueço do mal de Parkinson e só volto a lembrar quando me incomodo com algo, e a resposta é imediata, pois os tremores voltam, até que eu me tranqüilize.  Mas continuo Physalis dependente, pois se passo uns dois dias sem tomar o suco, sinto que os sintomas estão voltando, mas sempre com pouca intensidade.

Algo me diz que estou conseguindo vencer a doença e espero que esse depoimento possa ser útil para alguém. O fato é que estou em plena atividade, nunca estive tão, entusiasmado, criativo e feliz.

Gramado, 4 de outubro de 2009.

Mendes.

* Carlos Reinaldo Mendes Ribeiro - Professor de administração, sanitarista, empresário, consultor e escritor, com diversos livros publicados, entre eles “A Empresa Holística”, Ed. Vozes; “A Empresa Imortal”, Ed. Vozes; “Administração Alternativa”. Ed. Mercado Aberto; “A Inflação”, Ed. Brasiliense; “Você é socialista, ainda que não saiba”, Ed. Mercado Aberto. Foi Diretor da FIERGS, Presidente do IDERGS, Presidente do CIEE-RS, Diretor do IEL/RS, Diretor da Escola de Saúde Pública do RS, Professor Chefe do CPOS da UFRGS, Chefe do G. A. S. da Assembléia Legislativa do RS, Consultor da FIESP e Diretor de empresas de plástico, móveis e laticínios.
Fones:54 3295-3011 ou 54 9113-7869
E-mail:
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Observação:

Este relato foi enviado para 31 Associações que congregam pessoas com Mal de Parkinson, infelizmente com poucos retornos, todos devidamente respondidos e que geraram uma relação bastante gratificante para mim e, espero eu, produtiva para eles.

Recebi, também, o honroso convite para dar um depoimento no V Congresso das Associações Parkinson do Brasil, de 06 a 09/11/2009, em Timóteo – Minas Gerais.

Na impossibilidade de comparecer, em função de outros compromissos já assumidos, optei por enviar aos congressistas sementes de Physalis, como uma forma de colaboração.

Reproduzo na seqüência a correspondência enviada ao Presidente do V Congresso, por entender que nela consegui situar devidamente minha participação nessa luta pela melhoria da qualidade de vida de todos nós portadores do Mal de Parkinson.

Carlos Reinaldo Mendes Ribeiro


Gramado, 29 de outubro de 2.009

Prezado Gervásio.

Conforme o combinado, estou enviando as sementes de Physalis para serem distribuídas aos participantes do Congresso.

Quero ressaltar que as informações que prestei no meu depoimento sobre Mal de Parkinson, e que deram origem a essa colaboração, representam os resultados que estou obtendo, o que pode não ser reproduzido em outras pessoas.

Em especial, destaco que tenho alguns anos de treinamento de parceria com meu organismo em decorrência da mentalização, algo que com certeza todos podem conseguir, mas que leva algum tempo e exige perseverança.

Preocupa-me a possibilidade de gerar expectativas que não possam ser satisfeitas, mesmo porque o uso de medicamentos altera totalmente o nosso relacionamento com o organismo, e isso é algo que somente os médicos poderão avaliar e decidir.

Evidentemente terei sempre a maior satisfação em colaborar e informar sobre os resultados que estou obtendo, pois minha intenção é ajudar e nunca interferir charlatanescamente em processos de tratamento que estejam sob controle e dando bons resultados.

Minha formação como Sanitarista e ex-professor de Patologia e Terapêutica numa especialidade médica como é a Odontologia, me leva a temer muito que bons propósitos possam gerar descuidos terapêuticos lastimáveis.

Feitas essas observações, aproveito para desejar aos Congressistas um bom trabalho e votos de sucesso no desejo de todos nós de preservar, ou reconquistar, a saúde.

Um abraço.

Mendes

Sítio Ecológico Etiel
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Minhas condições de saúde hoje, dia 31 de outubro de 2009, quanto ao Mal de Parkinson:
·O tremor das mãos e pés do lado direito está quase que imperceptível, mas sinto um pouco de tremor com o braço rebaixado em posição de repouso.
·Estou usando o mouse do computador sem tremor.
·Consigo escovar os dentes, sem movimentos descontrolados, como era antes.
·É aceitável o tremor ao utilizar o garfo, e antes tinha de preferir utilizar uma colher.
·A escrita manuscrita, ainda tem a perda de controle do tamanho de algumas letras, mas está muito melhor, pois antes tinha dificuldade até para assinar meu nome.
·Minha voz, hoje, está um pouco rouca, mas já esteve pior.
·Não tenho dor na altura da cintura, nas costas, como tinha antes, ainda que ao descer rapidamente uma escada sinta um certo desconforto.
·Não estou com dificuldade para engolir a própria saliva de forma automática, como ocorria muitas vezes, gerando engasgos.
·Novamente consigo abotoar os punhos da camisa do lado esquerdo, o que antes só conseguia do lado direito, ou seja, com a mão esquerda.
·Não tenho tido mais esquecimentos, e aparentemente minha memória está sendo recuperada.

Procedimentos que tenho feito para controlar o MP, sem tomar nenhum remédio específico para isso:
·Relaxamento, com mentalização visando melhorar a irrigação do cérebro e recuperação das perdas ocorridas na substância negra, o que gera um aquecimento, como se estivesse com febre.
·Concentração de energia no cérebro, com o mesmo objetivo da mentalização, mediante a aplicação das mãos, utilizando o poder das pontas dos dedos, gerando um tremor compulsivo das mãos, indicador dessa transferência, e que cessa assim que ela esteja completada.
·Ingestão de aproximadamente um 1 litro/dia de suco de Physalis, nas refeições.
·Não ingestão de qualquer açúcar refinado, mas somente o açúcar das frutas, em especial de amora, banana, mamão e manga.
·Evito situações geradoras de irritação e passar frio.
·Com entusiasmo idealizo novos produtos, imaginando suas etapas de produção, num exercício mental muito intenso.
·Nas horas vagas, ou melhor, momentos vagos,  pois evito  ficar desocupado, faço treinamento de memória através da Paciência Spider, no computador.
·Caminho muito e me mantenho super ativo, o que é facilitado por residir em um sítio.
·Mantenho o cérebro ocupado abastecendo diversos sites na Internet e mantendo e-mails sempre em dia.


Tremômetro


O Tremômetro é um recurso de acompanhamento da involução do Mal de Parkinson a partir da percepão subjetiva do portador, permitindo uma avaliação dos procedimentos que estão sendo utilizados visando o controle do mal.
tremon.jpg


Caso haja interesse pelo assunto não vacile em contatar comigo e querendo utilizar nosso Tremômetro solicite a remessa da planilha
Excel.


Meu estado de saúde com referência ao Mal de Parkinson, em 6 de dezembro de 2009.

Estou entusiasmado com a involução do meu Mal de Parkinson e decepcionado como pouco interesse das pessoas quanto às perspectivas de obterem um resultado similar ao que estou conseguindo.

Desenvolvi um recurso gráfico que chamei de Tremômetro, para demonstrar esse resultado e espero que seja útil para as pessoas acompanharem as melhoras que poderão obter.

Tenho pensado muito sobre qual é a participação relativa dos diversos procedimentos que estou utilizando, e que estão permitindo um resultado tão favorável, e chequei à seguinte composição:

Mentalização e relaxamento - 50%
Suco de Physalis – 20%   
Alimentação saudável, sem açúcar – 10%
Treinamento cerebral – 10%
Vida tranqüila e ativa – 10%

Não me considero curado, pois eventualmente enfrento algum tremor quando me irrito com algo ou sinto frio, parecendo uma reação exacerbada dos conhecidos “tremer de raiva” ou “tremer de frio”.

Não estou satisfeito com a facilidade como me irrito com algo, e com  certos esquecimentos, especialmente de nomes, mas não sei se devo atribuir isso ao Mal de Parkinson ou algo relativo à minha idade.

O fato é que o Mal de Parkinson não me preocupa mais e até esqueço dele.


Vale lembrar que esses resultados foram obtidos sem que eu tenha tomado qualquer medicamento.

Consulte seu médico sobre as possibilidades de aproveitar os procedimentos relatados.